quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

[RESENHA] Magnus Chase e os Deuses de Asgard - 1 A Espada do Verão by Rick Riordan

   
Título: Magnus Chase e os Deuses de Asgard - 1 A Espada do Verão.
Autor: Rick Riordan.
Ano: 2015
Páginas: 438p..
Editora: intrínseca.


      Magnus Chase é um adolescente que desde a morte de sua mãe tem sobrevivido pelas ruas de Boston como um indigente, fugindo dos policiais e das equipes de assistentes sociais. Sua mãe antes de morrer pediu para que ele ficasse longe de seu tio Randoph, um homem rico e segundo sua mãe perigoso. Porém é o tio Randoph que encontra o jovem Magnus nas ruas (na verdade é o garoto que invade a mansão do tio) e revela que o adolescente que se parece com o vocalista da vocalista da banda Nirvana é o filho de um deus nórdico e em seu futuro está previsto diversas batalhas, intrigas e traições, onde o seu papel sera importante em algum momento e também que os deuses estão se preparando, juntamente com os seres malignos, monstros e trolls, para o Ragnarok. E no meio de tudo esse enredo, também esta a missão de Magnus de encontrar a poderosa arma ancestral chamada de Espada do Verão.
      Para quem já leu algum livro do Rick Riordan - no meu caso já foram 16 livros - consegue prever todo o roteiro do livro, pois ele realmente mantém a mesma logica de escrita, você já se prepara para um livro onde não terá melodrama, nem enchimento de linguiça mas sim muitas missões com altos e baixos e com um final de livro intrigante.
      O livro é um ótimo infanto-juvenil, contando a trajetória do Héroi com sua revelação ao extraordinário e sua evolução ao decorrer da obra. Ele conta com a ajuda da sua Valquíria Samirah e com seus dois amigos de rua que não são simples mendigos.
    Eu esperava, por ser mitologia nórdica, um amadurecimento da escrita das mitologias tratada por Riordan, algo mais violento e sombrio com um foco até mais na antiguidade, deixando a famosa formula de trazer a mitologia e jogar na cara de um adolescente, todavia é a mesma coisa que Riordan já fez, a fórmula Percy Jackson. Eu ainda não compreendi o fato dele colocar um semideus para salvar o mundo pois na mitologia nórdica não existem semideuses.
      Em quesito de abordagem de material histórico e curiosidades mitológicas, há um leque riquíssimo de monumentos, monstros, deuses, alimentos, crenças, enfim uma rica abordagem da cultura em questão.

  
   



     






















      O livro é divertido e faz passar o tempo, tem a identidade da escrita dinâmica do Rick Riordan e tem alguns indícios de que poderá haver algum Magnus Chase feat. Percy Jackson futuramente.

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