domingo, 10 de abril de 2016

[RESENHA COM SPOILER] HALF BAD BY SALLY GREEN.



Título: Half Bad
Paginas: 448.
Autor: Sally Green
Editora: Intrínseca - 2014.


"Na Inglaterra em que ele vive, bruxos e humanos dividem o mesmo espaço, sem, no entanto, se misturarem”

      O livro Half Bad, em uma tradução literal Meio Mau, diz respeito a uma história contada em primeira pessoa tendo como o protagonista um garoto chamado Nathan, filho de uma bruxa da luz e um bruxo das sombras (que por sinal é o mais perigoso de todos).
        A linha do tempo do livro parte explicando como o jovem brux (denominação dado aos bruxos menores de 17 anos) acabou parando em uma jaula. Sua infância foi marcada pelas diversas leis criadas pelo Conselho a respeito dos meios códigos (nome dado a bruxos nascidos de pais bruxos distintos, gerando um filho meio luz meio sombra) e o complicado e frágil convívio com sua irmã mais velha, Jessica, que atribuía o suicídio de sua de sendo culpa sua.
(Aqui vai a seguinte questão, a Mãe do Nathan tinha um caso de amor com Marcus e desse amor tem como produto o nascimento do meio código, e a morte do pai da Jessica ocorreu quando ele viu a sua esposa e Marcus juntos).
 Por mais dura e complexa seja a vida de Nathan ele ainda podia contar com o amor de sua avó e de seus dois outros irmãos, no qual se destaca Arran.
          Com o desenvolver da história o jovem inicia o Ensino Médio e lá conhece Annalise, uma jovem brux do seguimento da luz e pertencente a família O'Brien, conhecida pela riqueza, pela pureza do sangue e pela colocação no conselho. Com o passar do tempo, Nathan e Annalize acabam se aproximando e se apaixonando. Neste mesmo tempo Jessica já bruxa e com o seu dom descoberto parte para a formação dos caçadores (o Ritual de Atribuição é o momento em que o brux recebe os 3 presentes e o sangue dos seus ancestrais, com isso ele passa a ser um Bruxo e pode descobrir o seu “Dom” que vai desde a fabricação de poções, mudar de aparência, soltar fogo pelos membros, parar o tempo, ter super velocidade, ficar invisível).
         Em um ato de rebeldia, Nathan briga na escola com os irmãos de Annalize e depois é expulso da instituição. Posteriormente ele continua seus estudos com a sua avó e com Arran e neste período ele realiza várias viagens escondidas do Conselho ao País de Gales para explorar os seus poderes de cura.
  Sempre em contato com a natureza, no meio da floresta, o meio código acaba se encontrando com Annalise, um acontecimento que acaba em uma armadilha realizada pelos irmãos O'Brien que acabam realizando uma retaliação em Nathan e deixam gravados nas costas dele as letras "BS".
  Nathan descobre que existe uma profecia em que ele mata Marcus com uma arma poderosa, uma faca chamada Fairborn.
         Sabendo que sua avó morreu, resta ao brux ir atrás de Mercury, uma bruxa que pode lhe dar os três presentes e o sangue dos ancestrais. Tudo leva a crer que se um bruxo das sombras não passar pelo Ritual de Atribuição ele adoece e morre posteriormente. Nessa busca por Mercury, ele acaba encontrando Gabriel, um bruxo que podia se transformar em outras pessoas e acabou se transformando em um humano e ficou preso nesse corpo (Gabriel acaba se apaixonando por Nathan).
         No final em uma tentativa de roubar a faca Fairborn do temível líder dos caçadores chamado de Clay, Nathan se separa de Gabriel e retorna para a cabana de Mercury -perdendo a faca nomeio do caminho- , e chegando lá encontra o lugar sendo atacado por uma onda de caçadores e a bruxa lutando contra eles utilizando os o controle do clima, dos elementos. O grande ponto alto desse final é quando o Marcus chega, para o tempo e salva Nathan que estava com uma bala envenenada alojada em seu corpo, depois realiza o Ritual de Atribuição nele gerando depois uma grande ira em Mercury que queria a morte de Marcus por vingança. Ela então ameaça o recém bruxo (Mercury possui Annalise em estado de coma), que ele só teria a sua amada se ele trouxesse para ela o coração ou a cabeça de Marcus, o seu pai.


 A história continua em Half Wild.

terça-feira, 15 de março de 2016

[RESENHA CRÍTICA] 1984 (título original Nineteen Eighty-four).


Filme: 1984 (título original Nineteen Eighty-four). Adaptação do livro de George Orweel.
Duração: 113 min. Cor.
Direção: Michael Radford.
Gênero: ficção científica / drama.
Livro 1984 por George Orwell lançado em 1949.

Depois da guerra atômica, o mundo foi dividido em três estados e Londres é a capital da Oceania, dominada por um partido que tem total controle sobre todos os cidadãos. Winston Smith é um humilde funcionário do partido e comete o atrevimento de se apaixonar por Julia, numa sociedade totalitária onde as emoções são consideradas ilegais. Eles tentam escapar dos olhos e dos ouvidos do Grande Irmão, sabendo das dificuldades que teriam que enfrentar.
Esta obra nos traz a realidade do nazismo e do racismo pois ela foi escrita no final da segunda guerra mundial. A obra é uma ficção cientifica do tipo Distopia política, ela nos mostra como seria o futuro dominado por regimes totalitários.
             A história se passa na Ex-Inglaterra, agora pertencente ao chamado bloco da Oceania que é inimigo e está em guerra com a Eurásia. O filme mostra como o totalitarismo diminui a ideia de individualismo por meio do uso de uniformes, de uma reforma linguística, da suspensão da sexualidade, a meta de acabar com o prazer, da diminuição da família e a reprodução artificial. Esses fatos são característicos desse regime que querem uma única massa disposta a fazer de tudo por sua nação.
            As pessoas nessa obra cultuam o seu líder, o chamado Grande Irmão que sempre está observando as pessoas por meio de monitores. Elas devem respeito a sua pátria, absorver as informações passadas diariamente pelo partido e se manterem saudáveis e praticar atividades físicas. Os protagonistas não querem essa pureza do partido, eles querem ser livres, depravados.

           
          O filme é claustrofóbico, escuro e úmido, triste e nublado com as fotografias em tons pasteis, tudo arquitetado para gerar uma sensação de depressão e falta de esperança.



"Big Brother is watching you".

terça-feira, 1 de março de 2016

[RESENHA] O Diário de Anne Frank




Título: O Diário de Anne Frank.
Paginas: 373.
Autor: Anne Frank (edição definitiva por Otto H. Frank e Mirjam Pressler).
Editora: BestBolso – Rio de Janeiro, 2015.


              " Diário de Anne Frank é um livro escrito por Annelies Marie Frank entre 12 de junho de 1942 e 1 de agosto de 1944 durante a Segunda Guerra Mundial. Em 9 de julho 1942Anne escondeu-se com sua família e outros judeus (a família van Daan e Albert Dussel) num "Anexo" secreto junto ao escritório do pai, em Amsterdã, durante a ocupação nazista dos Países BaixosAnne Frank, com treze anos de idade, inicialmente usa seu diário para contar sobre sua vida antes do confinamento e depois narra momentos vivenciados pelo grupo de pessoas confinadas no Anexo".


                Um livro incrível e deprimente, um verdadeiro relato pessoal, emocionante sobre o Holocausto pela visão de um grupo de judeus escondidos.
                O Diário consiste nos relatos prestados pela jovem Anne Frank do período de 12 de Junho de 1942 até 01 de Agosto de 1944. Ela conta em seu diário tudo o que ocorre em sua vida desde o momento em que ela ganhou o objeto em seu aniversário até a sua captura em Agosto de 1944. As paginas estão repletas de discrições dos fatos que ocorreram com ela, tendo algumas observações sobre o que ocorre no mundo e também o que ocorre com suas emoções.
                A Família Frank vai para o esconderijo, posteriormente chamado de Anexo, no dia 09 de Julho de 1942, escondidos debaixo de uma chuva torrencial, os quatro saíram de casa e nunca mais voltaram. No Anexo a família se juntou futuramente com mais três pessoas pertencentes a outra família, os chamados por Anne de “van Daan” e depois com mais um membro, o Sr. Dussel, totalizando 08 pessoas. A história tem a participação de mais algumas pessoas senso os Srs. Kugler e Kleimam, Miep Ges e Elizabeth (Bep) Voskuijl.
               

              No desenvolver do diário é nítido a mudança sofrida pela jovem Anne Frank, ela amadurece se tornando uma menina mais crítica e menos irritante. Anne Frank e Peter van Daan criam um vínculo de amizade forte no Anexo, se transformando com o tempo em uma diminuta paixão.
         As atividades para passar o tempo no esconderijo costumavam ser entre a pratica de estudo e realização de cursos a distância, lendo livros e revistas, organizando o anexo, realizando algum serviço de escritório e também brigando entre si.

                Anne Frank depois de capturada foi levada para o campo de concentração nazista de Auschwitz, e mais tarde para Bergen – Belsen, local onde morreu. Seu Diário foi organizado e lançado por seu pai, Otto Frank, o único sobrevivente da Família Frank.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

[RESENHA] Magnus Chase e os Deuses de Asgard - 1 A Espada do Verão by Rick Riordan

   
Título: Magnus Chase e os Deuses de Asgard - 1 A Espada do Verão.
Autor: Rick Riordan.
Ano: 2015
Páginas: 438p..
Editora: intrínseca.


      Magnus Chase é um adolescente que desde a morte de sua mãe tem sobrevivido pelas ruas de Boston como um indigente, fugindo dos policiais e das equipes de assistentes sociais. Sua mãe antes de morrer pediu para que ele ficasse longe de seu tio Randoph, um homem rico e segundo sua mãe perigoso. Porém é o tio Randoph que encontra o jovem Magnus nas ruas (na verdade é o garoto que invade a mansão do tio) e revela que o adolescente que se parece com o vocalista da vocalista da banda Nirvana é o filho de um deus nórdico e em seu futuro está previsto diversas batalhas, intrigas e traições, onde o seu papel sera importante em algum momento e também que os deuses estão se preparando, juntamente com os seres malignos, monstros e trolls, para o Ragnarok. E no meio de tudo esse enredo, também esta a missão de Magnus de encontrar a poderosa arma ancestral chamada de Espada do Verão.
      Para quem já leu algum livro do Rick Riordan - no meu caso já foram 16 livros - consegue prever todo o roteiro do livro, pois ele realmente mantém a mesma logica de escrita, você já se prepara para um livro onde não terá melodrama, nem enchimento de linguiça mas sim muitas missões com altos e baixos e com um final de livro intrigante.
      O livro é um ótimo infanto-juvenil, contando a trajetória do Héroi com sua revelação ao extraordinário e sua evolução ao decorrer da obra. Ele conta com a ajuda da sua Valquíria Samirah e com seus dois amigos de rua que não são simples mendigos.
    Eu esperava, por ser mitologia nórdica, um amadurecimento da escrita das mitologias tratada por Riordan, algo mais violento e sombrio com um foco até mais na antiguidade, deixando a famosa formula de trazer a mitologia e jogar na cara de um adolescente, todavia é a mesma coisa que Riordan já fez, a fórmula Percy Jackson. Eu ainda não compreendi o fato dele colocar um semideus para salvar o mundo pois na mitologia nórdica não existem semideuses.
      Em quesito de abordagem de material histórico e curiosidades mitológicas, há um leque riquíssimo de monumentos, monstros, deuses, alimentos, crenças, enfim uma rica abordagem da cultura em questão.

  
   



     






















      O livro é divertido e faz passar o tempo, tem a identidade da escrita dinâmica do Rick Riordan e tem alguns indícios de que poderá haver algum Magnus Chase feat. Percy Jackson futuramente.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

[RESENHA] As Estranhas e Belas Mágoas de Ava Lavender by Leslye Walton


Título: As Estranhas e Belas Mágoas de Ava Lavender
Autor: Leslye Walton
Ano: 2014
Páginas: 302p.
Editora: Novo Conceito


  "Gerações da família Roux aprenderam essa lição da maneira mais difícil. Os amores tolos parecem, de fato, ser transmitidos por herança aos membros da família, o que determina um destino ameaçador para os descendentes mais jovens: os gêmeos Ava e Henry Lavender. Henry passou boa parte de sua mocidade sem falar, enquanto Ava que em todos os outros aspectos parece ser uma jovem normal nasceu com asas de pássaro. 
     Tentando compreender sua constituição tão peculiar e, ao mesmo tempo, desejando ardentemente se adaptar aos seus pares, a jovem Ava, aos 16 anos, decide revolver o passado de sua família e se aventura em um mundo muito maior, despreparada para o que ela iria descobrir e ingênua diante dos motivos distorcidos das demais pessoas. Pessoas como Nathaniel Sorrows, que confunde Ava com um anjo e cuja obsessão por ela cresce mais e mais até a noite da celebração do solstício de verão. Nessa noite, os céus se abrem, a chuva e as penas enchem o ar, enquanto a jornada de Ava e a saga de sua família caminham para um desenlace sombrio e emocionante."



      A capa do livro é bonita? É, as folhas são amarelas e a fonte é agradável. A história é bacana? Mais ou menos, mais para menos do que para mais.
Leslye Walton
      O desenvolver da história é bem chatinha, até chegar realmente as aventuras de Ava, a autora passa por toda uma arvore genealógica feminina bem monótona, passando por três gerações da família francesa Roux cada qual com suas peculiaridades e suas aventures e seus aimes.
      Até a página 100 a leitura é bem maçante e avança aos trancos e barrancos, falando sobre as vidas das integrantes da família francesa, os amores não correspondidos, as viagens até a américa, os fantasmas e as baixas que se deram com o tempo. Todavia o clímax foi de se surpreender, os fatos começam a se encaixar e tudo desagua em um único cenário no qual a única coisa que você consegue pensar é MEU DEUS! OQUEQUEESTÁACONTECENDO? AI MEU CORRASSAUM!!1!
      A história fala sobre os amores e suas desventuras, suas particularidades e sua carga genética. As personagens possuem alguns poderes especiais como conseguir ver e conversar com fantasmas, super hiper mega ultra olfato, se transformar em um passarinho e a característica principal de Ava que é ter assas. Acontece poucas coisas no roteiro - AVA LAVENDER MENINA ALADA CONFINADA NO QUINTAL DE CASA – algumas poucas relações sócias, uma fuga para onde os adolescentes normais vão escondidos, festinhas de solstício, etc. A única coisa que me deixou meio contrariado é a forma que a escritora tentou forçar o clima histórico anos 1950/1960 e toda essa forçação de barra não se encaixa muito no comportamento e a forma de agir dos personagens.


      Não foi o melhor livro que já li na minha vida mas não foi o pior, faltou um pouco de tempero nesse caldo, um pouco de dinamismo e menos enrolação. Para quem curte uns romances bem melados, bem sofrido estilo O Morro dos Ventos Uivantes versão 2000 vai gostar bastante desse livro, assim espero.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

[RESENHA] O Menino do Pijama Listrado by John Boyne



Título: O Menino do Pijama Listrado
Autor: John Boyne
Ano: 2014
Paginas: 186p.
Editora: Cia. Das Letras


“Um livro tão simples e tão bem escrito que beira a perfeição” – The Irish Independent

      As palavras desse jornal irlandês definem da melhor maneira possível a joia rara que é este livro, classificado por muitos como absolutamente fantástico.
      O protagonista é um menininho alemão de nove anos chamado Bruno, que é obrigado a sair de sua grande casa em Berlim e deixar seus amigos para trás, com o destino ligado a uma nova casa situada em um local ermo, chato que lhe dá arrepios, principalmente pelo fato de ter uma cerca em seu quintal que divide a sua casa de um lugar onde todas as pessoas usam pijamas listrados.    


     Bruno não tem ideia do que está acontecendo, ele não tem noção que se encontra em meio a uma grande guerra mundial, em que seu pai é um dos braços direitos de Hitler e que o pessoal triste de pijama listrado, na verdade são judeus e poloneses em um campo de concentração nazista (essa ingenuidade até que é bonitinha e compreensível de início, porem depois você meio que acho o menino meio burro). Essa nova casa não é nada agradável, tanto pelo fato de não ser a sua grande casa em Berlim cheia de passagens e aventuras a serem descobertas, quanto pelo fato de ela ser o foco de um grande número de visitas de homens vestidos com uniformes e uma braçadeira engraçada.
      O livro traz capítulos curtos tornando o ritmo de leitura dinâmico e altamente produtivo. A escrita é bem profissional porem é altamente infanto-juvenil e isso é algo bom mas também pode ser um incomodo, dependendo de quem vai ler. Os capítulos são desenvolvidos tendo como ponto de vista o Bruno, então temos aa conclusões e os pensamentos deles e isso se torna algo curioso, pois conforme os fatos vão ocorrendo você vai identificando de maneira adulta e correta o que está realmente acontecendo, o capitulo -Como a mãe Levou o credito por algo que não fez- é um belo exemplo desse fato.
      Bruno conhece em suas explorações pela área aberta ao redor da casa, em um local afastado do portão da cerca um ponto, que se transforma em uma mancha, que se transforma em um vulto, que se transforma em um menino, um menino de pijama listrado, magro e que por magnifica obra do destino, ou que seja apenas um fato curioso que o tio Boyne resolveu colocar para deixar os leitores curiosos, o pequeno Shmuel nasceu no mesmo dia que o pequeno Bruno. A relação que nasce e cresce nesses personagens é a amizade que surge até mesmo nos momentos mais difíceis que um homem pode se encontrar, eles representam fielmente um elo de GUERRA-  AMIZADE – INOCÊNCIA – MAR DE LAGRIMAS. 

      Este foi o primeiro livro que eu li do John Boyne e a minha conclusão no final de tudo foi: vou ler mas títulos dele, vou me precaver comprando antidepressivos e caixas de lenços antes de começar a leitura, vou colocar um equipamento de segurança e um capacete para quando ele resolver sambar na minha cara eu não me machucar tanto.


terça-feira, 15 de dezembro de 2015

[RESENHA] A Desconstrução de Mara Dyer by Michelle Hodkin




Descrição: "Mara Dyer não sabe se é louca ou apenas assombrada. Tudo o que sabe é que tudo à sua volta morre. Basta ela querer... Mara Dyer acha impossível algo pior do que acordar em um hospital, sem memória. Ela acredita ter sido uma fatalidade o acidente que matou seus amigos e do qual ela escapou sem sequelas... físicas. E, depois de tudo o que aconteceu, ela acredita que seria impossível se apaixonar. Mara Dyer está errada..."

Páginas: 378
Editora: Record
Ano: 2013
Assunto: Literatura Estrangeira - Ficção Fantasiosa


   A trilogia Mara Dyer foi uma das melhores que eu já li. Uma incrível mistura de suspense, romance juvenil, school, terror e muitas duvidas. O primeiro volume carrega uma enorme força em seu nome - A Desconstrução - e o próprio realmente é um grande spoiler do livro. Mara Dyer acorda no hospital de Rhode Island Providence e descobre que aconteceu algo terrível: ela estava dentro de um prédio antigo com suas amigas e seu namorado quando ele desmoronou e só ela sobreviveu, o problema é que ela não se lembra de nada. Coisas começam a acontecer, visões de seus amigos mortos, sensações estranhas, estados catatônicos que duravam horas e para Mara Dyer apenas minutos. Mesmo mudando de cidade as alucinações ainda ocorriam.
   Porém na sua nova escola varias coisas acontecem, desde extremamente ruins ( ruins mesmo tipo mortes e alucinações no maior estilo Dark) e o pior... será que mesmo nessa situação desconfortável que ela está, se entregar nos braços de um amor não seria pior? Não estaria colocando a outra pessoa também em risco?

   A Desconstrução de Mara Dyer é um ótimo livro, dinâmico e energético, facilmente lido em no máximo 3 dias (caso você tenha tempo em um dia sossegado). O final do livro é EXTREMAMENTE FANTÁSTICO, e a vontade de pegar o volume 2 para saber o final das tretas é quase que incontrolável.

Ele não só vale a pena ler como também vale a ave inteira.

Flws, Vlws!!